Feeds:
Posts
Comentários

A Sericufa
29/03/2013
É um empreendimento social, nos preceitos da economia solidária, onde são viabilizadas oportunidades de qualificação profissional, inclusão social, e sustentabilidade própria de cada cidadão que integra o projeto.

São cursos na área de serigrafia, modelagem, corte, costura, artesanais ministrados principalmente para pessoas de baixa renda e jovens em conflitos com a lei, que se encontram no Centro Sócio Educativo Complexo Pomeri.

PARCERIA

No ano de 2008, o Projeto SERICUFA passou a integrar o Programa DRS – Estratégia de Desenvolvimento Regional Sustentável do Banco do Brasil – Mato Grosso, que apóia empreendimentos que sejam economicamente viáveis, socialmente justo, ecologicamente correto.

Adquirir os serviços da SERICUFA além de obter um produto/serviço de QUALIDADE é ter a oportunidade de incorporar à responsabilidade social a gestão dos seus negócios.

SERVIÇOS E PRODUTOS OFERECIDOS:

T

– Promocional
– Grife

Artesanatos

– Bonecas
– Tapetes
– Almofadas

Consultoria em moda

– Serigrafia
– Transfer
– Sublimação
– Modelagem
– Corte
– Costura
– Noções e prática no manuseio de maquinário para confecção

SERICUFA

É um empreendimento social, nos preceitos da economia solidária, onde são viabilizadas oportunidades de qualificação profissional, inclusão social, e sustentabilidade própria de cada cidadão que integra o projeto.

São cursos na área de serigrafia, modelagem, corte, costura, artesanais ministrados principalmente para pessoas de baixa renda e jovens em conflitos com a lei, que se encontram no Centro Sócio Educativo Complexo Pomeri.

PARCERIA

No ano de 2008, o Projeto SERICUFA passou a integrar o Programa DRS – Estratégia de Desenvolvimento Regional Sustentável do Banco do Brasil – Mato Grosso, que apóia empreendimentos que sejam economicamente viáveis, socialmente justo, ecologicamente correto.

Adquirir os serviços da SERICUFA além de obter um produto/serviço de QUALIDADE é ter a oportunidade de incorporar à responsabilidade social a gestão dos seus negócios.

SERVIÇOS E PRODUTOS OFERECIDOS:

Camisetas

– Promocionais
– Grife

Artesanatos

– Bonecas
– Tapetes
– Almofadas

Consultoria em moda

– Serigrafia
– Transfer
– Sublimação

Ver o post original 16 mais palavras

A gente fortalece pra ser fortalecido

Da esquerda para a direita: Ederson Déka, Yasmin,Samuel e Elberth

Hoje, Sábado, 16 às 14h, o Centro Esportivo e Cultural CUFA Cuiabá (CECC), localizado no bairro São João Del Rey, teve o prazer de receber  três (3) novos comunicadores: Yasmin Garcia (18), Elberth Costa (17) e Samuel de Oliveira (24), juntos integram agora a equipe de Comunicação da CUFA Cuiabá.

O mediador desta primeira reunião com estes novos comunicadores foi; Ederson Déka, professor e midialivrista da CUFA Cuiabá.

Impressões dos jovens

“Pra mim foi um prazer conhecer e começar a fazer parte dessa equipe, e assim adquirir experiências na área  da comunicação!”,disse a jovem Yasmin.

Elberth Costa comentou: ‘’ estou muito grato por ser um dos comunicadores desta instituição, pois  o nosso lema é:  A gente fortalece pra ser fortalecido’’.

“Entendo que Cuiabá é carente de pessoas interessadas em militar em prol da melhoria de nossa cultura,por isso, estamos juntos nessa luta, e atuar como comunicador será uma de minhas contribuições tanto para a CUFA Cuiabá quanto para a comunidade geral”, reforçou Samuel de Oliveira.

Quer ser também um comunicador?

Aqueles que tiverem o interesse de colaborar com a Equipe de Comunicação da CUFA Cuiabá é só entrar em contato conosco:

Fone: (65) 3667-0421

e-mail: favelacomunicacao@gmail.com

 

Image

À Comunidade Do Osmar Cabral

 

 

 

CUFA-MT – Central Única das Favelas de Matogrosso apresenta “Comunidade Segura” o seguro de vida para as populações das comunidades de todo o país. O projeto surgiu a partir da necessidade latente em resguardar essa camada da sociedade que, de fato, precisa de maior seguridade social.

 

Coberturas da Apólice: R$ 5.000,00 por Morte Acidental; R$ 5.000,00 por Invalidez Permanente por Acidente;  R$ 1.000,00 para Auxilio Alimentação na falta do mantenedor em caso de acidente;  R$1.000,00 para Auxilio Funeral (Morte Qualquer Causa).

 

O assegurado não pagará nada pelo seguro que custa $ 0,50 por mês para os patrocinadores e comerciantes locais.

 

Como Obter o seu: Retire seu cartão Comunidade Segura num dos postos de atendimento e no dia 24 de outubro, Quarta, compareça as 19h  na CUFA para fazer a pré-inscrição.  A  Lista dos contemplados estará disponível nos postos de atendimento a partir de 1 de novembro. As apólices chegam em ate 30 dias após a divulgação dos contemplados.

 

POSTOS DE ATENDIMENTO E RETIRADA DO CARTÃO PARA INSCRIÇÃO

 

CUFA – MT  – Av: Dr Meireles, 2845 Bairro São João Del Rey. Tel :(65) 92178909 / 81633497   www.cufa.org.br/matogrosso

 

 

 

“Há seis meses uma coincidência invadia a Cufa, durante a apresentação do “Falcão”, documentário criado e dirigido pelo Mv Bill e por mim que mostra a vida dos

jovens envolvidos com o tráfico nas favelas brasileiras, assistíamos na nossa sede na companhia de crianças de uma escola pública da comunidade, as escolas sempre nos procuram para debater e orientar a meninada. No decorrer do vídeo, mais uma vez, me deparei com a cena de um jovem sendo enterrado por sua família.

Apesar de a morte ter ocorrido durante mais um dos “confrontos insanos”, o enterro não foi financiado pelos seus chefes por alguma razão. Sua família, como quase todas as outras, recorreu à boa vontade e solidariedade dos vizinhos e amigos para enterrar com dignidade seu ente querido.

A história se repetia como muitas outras vezes, a coincidência surgiu quando um colaborador da CUFA interrompeu a sessão e disse que uma moradora estava a minha procura e o seu pedido era exatamente o que acabávamos de ver no documentário; ela recorria à CUFA para fazer uma última homenagem a seu sobrinho, um sepultamento simples, porém digno, esse não tinha nenhuma ligação com o tráfico, morreu praticando esporte, bateu a cabeça num ferro que era na verdade uma trave improvisada, uma cruel fatalidade, percebi ai que mesmo as mortes sendo diferentes, as necessidades eram exatamente as mesmas, independente da existência de parentesco!

Lembro bem que na época das gravações do Falcão, uma das coisas que eu pensava era sugerir aos governos um programa de seguro de vida e acidente para os moradores de favelas, uma espécie de Bolsa família para utilização somente nesses momentos difíceis onde não se tem a quem recorrer, com objetivo de proporcionar um momento mais digno em uma hora tão difícil!

Porém, no caso do Bolsa Família oferecido pelo Governo, mesmo o programa atendendo muitas das necessidades, quando essas pessoas são atingidas por uma

fatalidade, até onde sei, elas não tem nenhum tipo de amparo, nenhum programa que as mantém com alimentação, remédios, ou um apoio financeiro para aluguel e as necessidades básicas como água e luz, por exemplo.

Na época eu pensava que deveriam pensar num seguro não só para as pessoas, mas para o próprio programa, desde que fosse algo viável, legal e seguro.

Bem, razões para pensar em seguro para essas pessoas não faltam, mas posso citar uma das principais razões: Nas favelas, ou comunidades, a tensão é muito maior e todos estão diariamente expostos à morte ou invalidez permanente, seja por guerra entre o tráfico, do tráfico contra policia, milícias, ou mesmo pelas irregularidades dos terrenos, isso citando somente alguns dos problemas, se não vamos falar das centenas de mortes no verão por conseqüência das chuvas e deslizamentos e tantos outros problemas que são enfrentados diariamente. Concordo que parte desses problemas não são exclusivos das favelas, mas não devemos esquecer que esses territórios são historicamente abandonados, apesar de seus moradores pagarem igualmente todos os impostos ao adquirirem qualquer bem em qualquer estabelecimento comercial ou cultural nas cidades.

É certo também que apesar de parte da sociedade, achar que essas vidas “valem menos”, ledo engano, o valor é o mesmo, trata-se de vidas independente da situação que se encontram; Mas o desprezo à vida não é o meu foco nesse momento, pelo contrário, a valorização dela é o que esta em questão aqui.

Esse seguro seria uma forma da família ter um respaldo nesses momentos tão difíceis e assim não precisar recorrer a “lideranças” das favelas, que nessas ocasiões são os departamentos locais que dispõe de recursos para sanar parte da dor e amparar com o mínimo de dignidade. Isso quando não são levados a contar com eles para alimentar os sombrios meses que virão.

Infelizmente sabemos que ninguém se prepara para o pior, então quando ele chega, de fato, somos pegos desprevenidos e essa cultura não é um “privilégio” só de quem mora nas favelas, porém, como meu foco social são as favelas e seu desenvolvimento, é da sua segurança aqui que desejo falar.

O fato é, tudo que eu disse até aqui continua latente, mesmo as classes C,D e E serem hoje referência de consumo e de acesso, um seguro de vida ainda é uma realidade muito distante, ou pelo menos ERA até agora!

Pensando em todas essas informações resolvi fazer uma pesquisa através da Liga dos Empreendedores Comunitários da Cufa, a princípio só na Cidade de Deus,Complexo do Alemão e Rocinha. Minha intenção era saber quem já possuía seguro de vida.

Foram abordadas cerca de 1.500 pessoas, e como já imaginava, menos de 1% dessas pessoas tinham um seguro, além disso, também pudemos apurar que todas as outras, sequer sabiam, o que era necessário para se ter um seguro.

Entre os entrevistados 91% disseram que SIM, gostariam de ter um seguro, mas desde que esse não comprometesse seus orçamentos.

Munido dessas informações comecei minha busca, esbocei um projeto e visitei uma empresa, que me recebeu muito bem, me encaminharam para o Departamento de política de relacionamento comunitário.

A resposta foi a seguinte: “Adoraríamos participar de um projeto onde o foco é a segurança das pessoas, principalmente com a CUFA, pois admiramos e sabemos a relevância do trabalho desenvolvido por vocês. Me deu parabéns e disse que Infelizmente a empresa não estava preparada para esse tipo de investimento!”.

Como nada, nunca foi fácil, essa negativa seria a primeira, e eu não poderia esmorecer, sempre acreditei e acredito em tudo que faço, e parti para mais uma investida, desta vez um grande supermercado.

No supermercado me encaminharam ao diretor de Marketing, ele foi muito solícito, adorou o projeto e disse que, de fato, seria um sucesso de marketing, mas disse que infelizmente não tinha disponíveis recursos para investir nas favelas, mesmo entendendo que o consumo nas favelas hoje seja responsável por uma fatia generosa na economia do Rio.

Comecei a achar que o problema estava comigo, que eu precisava de dados, liguei para o Data Popular , mais importante Instituto de Pesquisa do País no que diz respeito as classes C,D e E e colhi várias informações para ajudar no processo de convencimento. Vocês sabiam que hoje as favelas no Rio consomem 13 Bilhões por ano?!

Isso mesmo, 13 bilhões, segundo o instituto Data Popular. Alias , é o instituto que convidaremos para acompanhar e medir o impacto desse projeto na vida das pessoas que vão recebê-lo e no comercio das favelas que serão parceiros.

Tive então minha segunda negativa, agradeci a atenção e parti em busca de outra empresa, essa me recebeu e encaminhou ao departamento de projetos sociais, no primeiro momento fiquei muito entusiasmado e pensei: Pronto encontrei o que precisava!

A responsável pelo departamento disse que minha idéia era tudo que ela queria, e que levaria a pauta para reunião de diretoria, e assim que possível me retornaria.

E ela retornou com o seguinte: “Celso, o projeto foi muito bem avaliado, porém foi vetado pelo departamento comercial-Financeiro, acusaram meu departamento dizendo que só pensamos em gastar e que, somente eles, têm responsabilidade social, pois são as vendas que viabilizam a existência da Companhia, boa sorte na sua caminhada, o projeto é lindo e humano.”

Entendi seu desabafo, agradeci, agora eu sabia que o comercial era o meu foco central !.

Voltei na primeira empresa por mim visitada, já com novos dados e levando até um assessor do “asfalto” para impressioná-los, fomos recebidos pelo comercial, que aprovou de imediato, mas disseram que o ideal seria procurar a Presidente Dilma, que muitos projetos do governo são importantes, mas esquecem da segurança das pessoas, que a Dilma e o Governador Sergio Cabral que precisavam olhar para essa direção, não as empresas privadas.

Disseram ainda que o problema, na sua empresa, é a dificuldade de conseguir atingir a plena comunicação entre os departamentos, que na verdade fingem uma convivência pacífica!

Senti um pouco de deboche, mas como era o mesmo discurso da senhora do social da empresa anterior, me comportei como um lorde, segurei minha onda, e como esse mundo dos negócios não é a minha praia, vai ver eles tinham razão mesmo, espero que eles se entendam.

Alguém já me viu desistir de alguma coisa que acredito? Pensei, vou chamar a Nega Gizza , o Bill e vamos nós mesmos fazer um teste, já que essa visão se consolidou na CDD “Cidade de Deus”.

Surgia então o projeto “Cufa, Comunidade Segura”

Como expliquei, superficialmente, no começo desse texto, o projeto surgiu a partir da necessidade latente em resguardar essa camada da sociedade que, de fato, precisa de maior seguridade social. Considerando o desejo de possuir um seguro de vida, conforme me mostravam os números, eu precisava colocar a idéia em pratica!

Fazer um seguro de vida ainda é um pensamento muito distante para essas pessoas, mesmo que micro, tanto que as corretoras e bancos resistem em arriscar um investimento se quer razoável, só fazem de maneira tímida, já que esse público ainda não mostra nenhum dado concreto a esse respeito, se não existe uma pesquisa que mostre esses dados é mais uma confirmação do descaso com essas pessoas, mas agora também não precisamos mais esperar que algum instituto realize essas pesquisas, a CUFA criou seu próprio instituto de pesquisa que será lançado ainda em 2012!

Acreditamos firmemente que a favelas não precisa de interlocução, ela já é protagonista de suas inspirações!

Meu próximo passo seria entender, buscar informações sobre seguro, e se houvesse viabilidade eu levaria aquele rascunho adiante até encontrar um parceiro que viabilizasse o projeto, nos moldes que eu planejei, sem precisar cobrar nenhuma importância dos moradores.

Busquei no mercado pessoas com conhecimento em seguro e que pudessem me assessorar, e encontrei os papas do assunto, Carlos Ruy e Jose Rodolpho Busch, seguimos em frente e os próximos passos seriam fechar os números das apólices, e então encontrar uma corretora e uma seguradora.

Como nenhuma empresa comprou a idéia de parceria, onde eles pagariam o seguro nos moldes que citei acima, diante dessas negativas meu papel com o Bill seria convencer os comerciantes das favelas a entrarem no projeto, nos mesmo moldes que propus as outras empresas, eles bancariam as apólices e em troca os assegurados dariam prioridade em comprar nesses estabelecimentos parceiros.

Depois de muitos exercícios matemáticos chegamos a uma única conclusão: Um seguro individual seria impossível fazer no valor que eu sonhava, R$ 0,35 por mês, mas estava decidido a evitar que os moradores arcassem com o valor do seguro, até por que, a operação para cobrança sairia mais caro que o valor a ser recebido, então a solução foi a parceria, a titulo de teste de viabilidade com o comercio das favelas, que toparam prontamente, e reconhecem que vão viabilizar os seguros e que esse projeto, além dos seus benefícios próprios, vai beneficiá-los também aumentando as vendas.

Convencê-los não foi difícil, graças ao momento que vivem os comerciantes nesses lugares. Escolhemos 30 comerciantes em cada favela, serão credenciados e identificados com cartazes em seus estabelecimentos para que os moradores possam identificá-los. Resolvido a parte comercial, partimos em busca da seguradora.

Já na primeira reunião com o acionista ele disse: “Respeito a CUFA e amei o projeto, não consigo fazer a esse preço, mas vamos fechar a R$ 0,50 por mês ( R$ 6,00 por ano).

Vou participar do projeto piloto por muitas razões Celso, inclusive porque é um bom negócio para minha empresa, e faço questão que não faça referência ao nosso nome, pois o que me anima nessa operação é participar de um projeto de valorização da vida, isso é o que faz a diferença, ter lucro fazendo o bem as pessoas. Conte comigo!“

Martelo batido, agora o projeto já tinha verba, conforme o acordo com os comerciantes, e temos a seguradora, para fechar o projeto a saída foi transformar a CUFA em uma corretora.

Sendo assim chegamos ao seguinte acordo:

Teste com 50 mil pessoas, distribuídas em:

Rio – Complexo do Alemão, Cidade de Deus e Rocinha

São Paulo – Paraisópolis

Rio Grande do Sul – Restinga

Salvador  – Liberdade

Ceará – Lagamar

Cuiabá – Osmar Cabral

A apólice será no valor de R$ 12.000, divididos da seguinte forma:

R$ 5.000,00 por Morte Acidental;

R$ 5.000,00 por Invalidez Permanente por Acidente;

R$ 1.000,00 para Auxilio Alimentação na falta do mantenedor em caso de acidente;

R$1.000,00 para Auxilio Funeral (Morte Qualquer Causa).

O seguro será exatamente como qualquer outro seguro de vida, cobre morte, invalidez total ou parcial permanente entre outros. Vamos começar a fase de testes e beneficiar a população, pelo menos num primeiro momento com o custo viabilizado pelo comercio local, depois desse piloto vamos lançar um projetão chamado PS&MC, que como um projeto piloto é claro ele vai precisar se mostrar viável.

Política Social & Marketing Comercial

O PS&MC é mais do que uma resposta aos departamentos das empresas que visitei, e as tentativas mal sucedidas dos microsseguros, é sobre tudo, uma sugestão de ações integradas, consiste em parcerias socialmente inteligentes!!

Pensando num exercício prático, uma empresa X entra com o valor de R$ 6,00/ano, por pessoa, ou R$ 0,50 por mês, e se formos agressivos, pode-se pensar numa apólice para um milhão de pessoas, que custaria 6 milhões, parece muito não é?!

Sabemos que o valor é muito mais baixo do que muitas campanhas singelas, e essa empresa viabilizaria a “segurança” de um milhão de pessoas que e seriam suas companheiras nos 365 dias do ano, e num caso de sinistro, é com essa empresa, representada pela seguradora que essas pessoas vão contar. Com certeza algo SOCIALMENTE jamais visto.

Seguindo essa lógica, para essas pessoas renovarem seus seguros, basta apresentar ao estipulante, a Cufa, uma quantidade de cupons de produtos dessa empresa adquiridos durante todo o ano, ou seja, será um único investimento, e a fidelização e manutenção da relação se dará no processo de construção da relação entre os moradores e a empresa, claro que com isso essa empresa além de só investir uma única vez, vai aumentar as vendas consideravelmente, tornando o projeto viável e sustentável comercialmente.

Se pensarmos em marketing, esse número tende a crescer, e nenhuma empresa concorrente teria um mailing list tão volumoso e fiel. E mais, quando o cidadão se deparar com duvida entre adquirir um seguro de vida para a família ou comprar determinados produtos, a duvida terminará ao saber que com o produto da empresa parceira ele terá as duas coisas ao mesmo tempo. Consolidando assim uma POLÍTICA de relacionamento da empresa com uma política de fidelização dos seus consumidores.

Mas existem ainda outras formas de acessar o projeto, como por exemplo, parcerias com universidades quando cada aluno tem a opção de fazer um seguro de R$ 0,90 por mês, ou seja, R$ 10.80 por ano, diluído nos seus carnês que em geral passa de R$ 300,00 mês. E nesse seguro de vida ele além de fazer um seguro pessoal nas mesmas condições acima, terá oportunidade de financiar um seguro para um morador de alguma comunidade da sua cidade.

Na pratica o PSD&MC, trata-se de um quadrilátero onde unimos as pontas de uma empresa com seus 4, principais pilares. Comercial, Político, Social e Marketing. Todas as empresas têm como objetivo vender seus produtos, para tal é feito um trabalho de marketing e com essas campanhas de MKT se atingi o objetivo comercial, venda do produto em questão; O lado social as empresas empregam em alguns projetos, que quase nunca está ligado ao seu produto.

Mas e o Governos e o Legislativo com isso?!?

O Estado, além de promover a política de segurança pública, pode participar mais ativamente desse processo de contrução, valorização, resgate da auto estima e bem estar.

O PS&MC não impede que a Dilma, Sergio Cabral e outros governadores do Brasil aproveitem  a chance de estar mais atentos sobre os anseios dessas pessoas.

Hoje, existe por exemplo um debate sobre o destino das emendas parlamentares, veja, se um único parlamentar federal por estado, que tenha compromisso com essa população fizesse uma parceria com esse projeto usando parte dos seus 14 milhões para ser destinados a projetos sociais como esse, imagina a revolução!

Assim o discurso de que todos querem favelas mais seguras se transformaria em algo concreto, pelo menos até termos uma política de habitação que faça das favelas UMA HISTÓRIA DO passado!

Pronto!! Consegui colocar no papel um pensamento, um conceito, o PSD&MC, fechando o quadrado onde 25% de cada pilar que constitui uma empresa beneficiam a sociedade atingi um número significativo de pessoas e vende seu produto!

Reconheço que não sou nenhum intelectual, e se meu curriculum carregasse Doutorado em ciências econômica ou social, esse texto seria melhor escrito, e poderia virar artigo em grandes veículos de comunicação, mas isso não me abala por que o que realmente importa é criar a oportunidade e colocar em prática a “Comunidade Segura” e assim realizar a maior intervenção de segurança social da qual se tem notícia!

Sejam bem vindos!

“Tamu” Junto e assegurado!

Lançamento do Comunidade Segura:

 

 

Rio de Janeiro

29 – Setembro – Cidade de Deus

30 – Setembro – Complexo do Alemão

30 – Setembro – Rocinha

São Paulo

13 – Outubro – Paraisópolis

14 – Outubro – Capão Redondo

Porto Alegre

20 – Outubro – Restinga

Fortaleza –  Lagamar

Salvador

21 – Outubro – Liberdade

 

Mato Grosso

24 – Outubro – Osmar Cabral

 

Celso Athayde

Secretário Geral da Central Únicas das Favelas

Rio de Janeiro 

Denominada Lasca (L$), ela tem o intuito de fortalecer a economia local da região.

O banco comunitário do Pólo V, setor SUL de Cuiabá, que ainda será inaugurado, já tem as artes das suas moedas sociais finalizadas e foram encaminhadas para a gráfica, onde serão impressas. As moedas sociais são consideradas um instrumento de desenvolvimento local, destinada a beneficiar o mercado de trabalho dos grupos que participam da economia da localidade. São cerca de 30 mil habitantes na região, entre eles pessoas da sociedade civil e comerciante. O objetivo é fazer com que o que é produzido na região continue na região que as riquezas não sejam disseminadas em comércios fora do bairro, estimulando assim com que as pessoas fortaleçam-se mutuamente.

Segue abaixo as artes das Moedas Lascas L$

L$ 0,5

L$ 0,5 (verso)

L$ 1

L$ 1 (verso)

L$ 2

L$ 2 (verso)

L$ 5

L$ 5 (verso)

L$ 10

L$ 10 (verso)

x fique ligado no site da CUFA MT pra saber mais sobre o Banco Aroeira!

 

 

Na semana passada a equipe do programa Cidade 40º da TV Cidade Verde, retransmissora da Band (canal12) convidou a CUFA Cuiabá, representada pela Alfa Canhetti, para ser a entrevistada no quadro Papo Sobe Papo Desce, que acontece dentro de um elevador com a personagem Danila Bocaíuvu. Foram quase 6 minutos de apresentação dos projetos da Cufa Cuiabá, confira:

A CUFA – Central Única das Favelas MT em parceria com o Fora do Eixo e com o apoio do Programa de Patrocínio Petrobrás Cultural, através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e Governo Federal, realiza na próxima semana o Observatório Fora do Eixo etapa Cuiabá. O evento acontece de 28 à 30 de Junho, na Casa do Parque, espaço cultural inaugurado recentemente em Cuiabá. Trata-se de três dias de mesas de debates, oficinas e um encerramento com apresentações musicais, tudo sendo transmitido ao vivo pela internet, pelo canal do Observatório Fora do Eixo no site Live Streaming.

O Observatório Fora do Eixo é um projeto de visa produzir ambientes propícios para realização de debates e oficinas relacionados a temas da atualidade, como inovações tecnológicas, sociedade, educação, mercado de trabalho, economia, entre outros. Todas as atividades contam com público presencial e com transmissão ao vivo pela internet. Este ano o projeto está sendo realizado em seis capitais brasileiras: Cuiabá será a última etapa; o evento já aconteceu também em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza e Manaus.

Em Cuiabá, a programação contará com nomes importantíssimos no cenário da comunicação brasileira: Ivana Bentes, Diretora da Escola de Comunicação da UFRJ, e Lino Bocchini, Redator-chefe da Revista Trip.

PROGRAMAÇÃO

28/06 – Quinta – feira

14h – 18h: Debate sobre propriedade privada, grilagem: Pinheirinho, Canaã, Todavida;
Participantes: Lino Bocchini, moradores de vilas, assentamentos e ocupações, militantes de movimentos sociais e estudantes de faculdades e escolas da rede pública e privada.

19h – 21h: Oficina de Produção Musical – A diferença do som gravado em estúdio e do som gravado ao vivo
Oficineiro: Markito DubWhite

29/06 – Sexta-Feira

14h – 18h: Pensamento Próprio – Debate sobre a escola
Participantes: Ivana Bentes, professores da rede pública do estado de MT e estudantes de faculdades e escolas da rede pública e privada.

30/06 – Sábado

8h – 12h: Oficina de Serigrafia
Oficineiro: Linha Dura

14h – 16h: Redes Socias e Inovação Digital (RP 2.0)
Oficineira: Elini Jaudy

19h – 22h: Vaudeville
Rapper Linha Dura e Engenho de Dentro e Ponto 6
+ Mostra de vídeos


CORPO DOCENTE

Ivana Bentes

Ivana Bentes é diretora da Escola de Comunicação da UFRJ, professora e pesquisadora da linha de Tecnologias da Comunicação e Estéticas do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ, pesquisadora do CNPQ, coordenadora do projeto Midiarte e coordenadora do Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ. É Doutora em Comunicação pela UFRJ, ensaísta do campo da Comunicação, Cultura e Novas Mídias.

Lino Bocchini

Lino Bocchini começou sua carreira nos jornais populares do grupo Folha (Folha da Tarde e Agora SP), onde teve diversos cargos, entre eles editor de Variedades, Economia e Geral. Passou pela Abril (área de criação de novas revistas), Prefeitura de São Paulo (análise de mídia para o governo Marta Suplicy), coordenou a imprensa da então candidata a reeleição Marta e 2004 e depois, fora da política foi para a editora Trip (por onde pasou por diversas publicações e há 3 anos é redator-chefe da revista Trip). Foi o único jornalista brasileiro a entrevistar Julian Assange (WikiLeaks) pessoalmente e mantém o blog Desculpe a Nossa Falha, onde conta a censura que sofreu da Folha por conta do blog de paródia fAlha de S.Paulo. Esse é o nome também do programa semanal que mantém na #posTV, projeto de streaming em parceria com o coletivo Fora do Eixo.

Linha Dura

Rapper Cuiabano engajado em movimento social e militante do Movimento Hip-Hop, desde o ano de 1996. Tem grande atuação em projetos sociais em Mato Grosso através da CUFA – Central Única das Favelas e vem estimulando ações sociais em Goiânia, Brasília, Mato Grosso do Sul e outras regiões fora do eixo. Sua bandeira é atuação social por meio do Hip Hop. Já realizou shows e dividiu palco com grupo paulista SNJ, Apocalipse 16, Racionais MC’s, MV Bill, Nega Gizza entre outros. Tem sob sua coordenação no Mato Grosso, entre outros projetos, o Projeto Pixaim, dentro do Núcleo Maria Maria, que trabalha a auto estima das mulheres negras, bem como constrói possibilidades de geração de renda com produção de camisas, artesanato, livros e produção de eventos.

Markito DubWhite

Estevão da Silva Campos, 25, profissionalmente conhecido como “Markito”, realizou diversos cursos no renomado Instituto de Áudio e Video, I.A.V, em 2005, como Áudio e Acústica Avançado, Mixagem, Efeitos Analógicos e Digitais, Áudio Digital, Linguagem Digital e Consoles Digitais. Já trabalhou como técnico de P.A. em diversos festivais e grandes eventos, como Carnaval – Taubaté 2005, Feira da Musica e Ecologia – Angra dos Reis 2005, Festival Casarão – Porto Velho 2009, Festival Varadouro – Acre 2009, Festival Porão do Rock – Argentina 2009, Planeta Terra – São Paulo 2009, entre outros. Foi técnico de som da banda Família Gangsters, de janeiro de 2008 a dezembro de 2009, e Macaco Bong desde setembro de 2009. É técnico do Raper Linha Dura desde setembro de 2010. Markito também trabalhou com grandes artistas brasileiros como Marco Ribas, Toninho Horta, Celso Pixinga e Sexteto do Jô, BNegão.

Elini Jaudy

Comunicóloga graduada em Publicidade e Marketing pela Universidade de Cuiabá (UNIC). Experiência em uma série de funções na área de vendas, marketing e planejamento estratégico e atendimento ao público, comércio eletrônico, produção gráfica, produção teatral, produção de vídeo, produção de moda, produção de eventos, promoção de vendas, produção das maiores festas do Estado de Mato Grosso, merchandising, mailing-list, ferramentas de comunicação e mídia.

A CASA DO PARQUE

Espaço inaugurado recentemente em Cuiabá, a Casa do Parque é destinada ao público que deseja ler livros, escutar música, apreciar obras de arte e participar de sessões de projeções especiais. Ela fica situada na rua Marechal Severiano de Queiroz, 455, no bairro Duque de Caxias, na entrada lateral do Parque Mãe Bonifácia. São 290 metros quadrados com biblioteca, auditório com capacidade para 70 pessoas, café bar, ambiente para exposições e eventos musicais. A proposta é proporcionar o incentivo e a difusão de manifestações artístico-intelectuais, promovendo e divulgando a produção cultural como uma ferramenta essencial à construção da identidade de Mato Grosso e do Brasil. Nesse momento, A Casa do Parque está sendo cenário de uma homenagem prá lá de especial ao escritor e pintor Ricardo Guilherme Dicke e aos mantenedores de sua obra.

CUFA – CENTRAL ÚNICA DAS FAVELAS

A CUFA – Central Única das Favelas, organização que está em todas as capitais brasileiras e em 17 outros países, tem como meta, além da oferecer qualificação profissional para jovens e adultos em situação de risco, criar tendências nas periferias no campo do audiovisual, moda, música, provocar o debate dos problemas sociais comuns na comunidade, inseri-los nas discussões de políticas públicas, formá-los cidadãos críticos na sociedade. Hoje a CUFA possui diversos empreendimentos que ajudam a qualificar jovens e criar oportunidades na região atendida, entre eles estão o Banco Aroeira, projeto de distribuição de microcréditos e circulação de moeda local, a fim de implementar novos conceitos no que tange a economia, na perspectiva solidária; a Sericufa, núcleo de serigrafia e criação de peças para lançamento de grifes na comunidade; e a estrutura de locação de equipamentos de som e luz, chamada Nova Guarda. Juntos esses projetos formam cerca de 60 profissionais por ano. A sede da CUFA se localiza no setor Polo V de Cuiabá, região do bairro Osmar Cabral, São João Del Rey, Novo Milênio, Santa Laura I, entre outros. São cerca de 30 mil habitantes na região. Tendo a formação como força motriz no estímulo de surgimento de novos atores nesse cenário, é que a CUFA – Central Única das Favela, em parceria com o Circuito Fora do Eixo, outra rede de coletivos culturais espalhados por mais de 100 cidades brasileiras, realiza, assim, o Observatório Fora do Eixo, etapa Cuiabá.

FORA DO EIXO

O Circuito Fora do Eixo é uma rede de trabalhos concebida por produtores culturais das regiões centro-oeste, norte e sul no final de 2005. Começou com uma parceria entre produtores das cidades de Cuiabá (MT), Rio Branco (AC), Uberlândia (MG) e Londrina (PR), que queriam estimular a circulação de bandas, o intercâmbio de tecnologia de produção e o escoamento de produtos nesta rota, desde então batizada de “Circuito Fora do Eixo”. A rede cresceu e as relações de mercado se tornaram ainda mais favoráveis às pequenas iniciativas do setor da música, já que os novos desafios da indústria fonográfica em função da facilidade de acesso à qualquer informação criou solo ainda mais fértil para os pequenos empreendimentos, especialmente àqueles com características mais cooperativas. Hoje a rede está dividida em regionais, facilitando o fluxo da informação. Iniciativas como o Cubo Card, de Cuiabá, ou os festivais que se proliferavam em toda a rede mostraram ser possível produzir em escala auto-sustentável, pautando-se sobretudo no contato direto com produtores de outros estados, através de uma rede de informações e sob uma lógica da união de pequenos em prol de grandes ações. Outras iniciativas como o Grito Rock América do Sul, que já vem demonstrando avanço nas relações com a América Latina (Em 2010, das 74 cidades participantes, 4 são de cidades provenientes da Argentina, Bolívia e Uruguai) e também o Festival Fora do Eixo, que em 2011 foi mais uma vez capitaneado em São Paulo, o maior centro logístico do país.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 1.937 outros seguidores